Friday, February 27, 2009

Carnaval

Essa semana todos estavam comemorando o carnaval no Brasil. Sinceramente eu só me lembrei porque a minha mãe falou. Aqui em Nova York não tem carnaval. Só umas festinhas que os brasileiros organizam aqui e acolá, mas nada que se compare aos nossos trios elétricos em Salvador ou às ruas de Olinda. E quando você não tem, você nem lembra e nem sente falta.
Também né, convenhamos, imagine pular carnaval com a temperatura marcando 10 graus abaixo de zero? Dá preguiça só de pensar! Sem falar na quantidade de roupas e acessórios que temos que vestir como casaco, blusa de lã, cachecol, luva e por aí vai. Dá uma saudade das minhas havaianas...
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This week everyone was celebrating the carnival in Brazil. Honestly I just remembered me because my mother told me. Here in New York has no carnival. Only little Brazilian’s parties but nothing to compare it to brazilian’s electric trios in Salvador or the streets of Olinda. And when you do not have, you do not remember and not miss. Can you imagine jumping carnival with the temperature 20 degrees? Give just lazy to think! Also we have to wear many clothes and accessories like as coat, wool shirt, scarf, glove and so on. Take a nostalgia of my flip flop...

Thursday, February 12, 2009

Vai chover? Vai nevar? Em que estação nós estamos?

Nunca pensei que um dia eu fosse me preocupar com a previsão do tempo. Em Maceió, cidade onde nasci praticamente só existem duas estações. O verão, que dura quase o ano todo. E o inverno, onde o máximo que acontece são umas chuvas chatas que não chegam a trazer o frio. Então não precisamos nos preocupar com isso.

Quando me mudei para São Paulo, cidade do sudeste do Brasil a minha rotina mudou. Minhas amigas costumavam chamar de “moda cebola”. Eu saía toda agasalhada pela manhã, ao meio dia já tinha tirado a metade das roupas, e a noite colocava tudo de novo. Uma verdadeira loucura! Por causa disso eu vivia doente. Claro que a poluição tem sua parcela de culpa. Talvez maior parcela, mas enfim, deixemos isso para lá!
Bom o fato é que mesmo ainda morando no Brasil, o clima era totalmente diferente da minha cidade natal. Eu precisava checar a previsão do tempo antes de sair de casa para não ser pega de surpresa.

Aqui em Nova York, como as pessoas andam muito à pé e de metrô, verificar a temperatura é primordial. Quase que lei. O engraçado é quando esquecemos de olhar como será o dia, nos damos conta de que vai chover pelas roupas das pessoas. Uns usando capas de chuva e outros até galochas, mesmo antes da chuva dar sinal.

É importante saber com que casaco sair para não passar frio ou calor. Hoje mesmo, apesar de ainda estarmos no inverno fez 10 graus celsius. Estava super agradável. Parecia até que a primavera já tinha dado o ar da graça. Acho que coloquei roupa demais porque morri de calor. Voltando para casa um dos casacos já estava amarrado na bolsa e o cachecol também. E graças ao velho hábito de verificar on line a previsão do tempo, estava prevenida com um guarda-chuva na bolsa e me livrei de chegar em casa parecendo um pinto molhado.

Hoje ainda é quarta, mas já sei que pode nevar no fim de semana. Então geralmente as pessoas fazem os planos de acordo com a situação climática. É chato andar na rua quando se está nevando, mas talvez seja um “Valentines Day” super romântico. Falarei mais sobre o dia dos namorados no próximo post.
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I never thought that one day I would worry about the weather. In Maceió, where I was born practically, there are only two seasons. The summer, which lasts almost all year. And the winter, where the most that happens is some annoying rain did not bring the cold. So anybody need to worry about that. When I moved to Sao Paulo, a city in southeastern Brazil to my routine has changed. My friends used to call "fashion onion." I went all muffled in the morning, at midday had taken off half the clothes and put all again at night. A real madness! Because of that I was always sick. I’m sure that pollution has its share of blame. Perhaps more plot, but finally, let it out!
Well the fact is that even living in Brazil, the climate was totally different from my hometown. I needed to check the weather forecast before leaving home not to catch by surprise.

Here in New York, much as people go on walk or on subway, check the temperature is necessary. Almost law. The funny thing is when we forget to look as will be the day, we realize that it will rain just looking for the clothes of people. Using rain’s coat and even galoshes, even before the rain to sign. It is important to know which jacket to not pass out cold or warm.
Today, despite the winter, being made in 57 degrees. It was very nice out. Was like the spring already had come. I think I put too much clothes because I was so warm in those. Coming back to my home, one of the jackets was tied in the bag and the scarf too. And thanks to the old habit of checking online to weather, was prevented with an umbrella in my bag and get rid of at home like a wet paint.
Today it is still wednesday, but I know it can snow at the weekend. So often people make the plans according to climate. It is annoying when you walk in the street is snowing, but perhaps should be a Valentine’s Day super romantic. I’ll talk about the valentine's day in the next post.

Wednesday, January 28, 2009

Tem brasileiro para dar e vender!


Brasileiro tá que nem praga aqui em Nova York, tem em todo lugar. Chega a ser engraçado às vezes... entro em três lugares diferentes no mesmo dia e lá estão eles: os brazucas!
Seja na loja de produtos para cama, mesa e banho; no restaurante argentino; em uma das maiores lojas de cd’s do mundo; no metrô; na pizzaria italiana; fotografando pelas ruas; ou num diner famoso qualquer. E todos sempre com várias e várias sacolas de compras.
Alguns deles costumam achar que não tem brasileiro por perto. Ou que ninguém fala português. Um dia estava no vagão do metrô, quando uns amigos começaram a falar sobre a noite anterior em um banheiro de uma boate. Imaginem a minha cara tentando ficar séria. Foi hilário!
A economia deve está muito boa no Brasil. Ou quem sabe foi a roupa verde e amarela da primera dama Michelle Obama no dia da posse que levou bons ares para o país.
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Brazilian people is like prague here in New York, have one everywhere. It’s funny sometimes ... I came in three different places on the same day and there they are: “the brazucas”! Be at the shop of products for bed, in the Argentine restaurant, in one of the largest stores of cd's of the world, in the subway, in the Italian pizzeria, photographing the streets, or in any famous diner. And all and always with several different bags of purchases.
Some of them often don’t realized have Brazilian people around. Or thinking that nobody speaks Portuguese here. One day was in the subway when some Brazilian people began talking about the previous night in a bathroom of a nightclub. Imagine my face trying to be serious. It was hilarious!
The economy is very good to Brazil. Or maybe it was the green and yellow clothes of the first lady Michelle Obama on the inauguration that led the country for good air.

Tuesday, January 20, 2009

Obama presidente

O dia 20 de janeiro de 2009 ficou para história. A posse do homem que o mundo depositou suas esperanças. Cerca de dois mihões de pessoas estavam em frente à Casa Branca para presenciar esse momento inédito. E mesmo com o frio abaixo de zero, Washington parou por vinte minutos para ouvir o discurso do homem mais poderoso do mundo.
Barack Obama, filho de imigrante e negro venceu paradigmas e assumiu hoje um tremendo problema após os oito anos da era Bush. No início da campanha não sabiam nem pronunciar seu nome. Ele chegou a ser confundido com o terrorista Osama Bin Laden, sendo chamado por uma rede de televisão americana de Barack Osama. Hoje, ele é sinônimo de esperança para o país que enfrenta uma das piores crises econômicas dos últimos anos.
O 44º presidente eleito dos EUA, começa a governar com cinco prioridades: a economia, o fim da guerra no Iraque, a saúde pública universal, a segurança do país e a recuperação da liderança mundial.
Além disso, a expectativa dos imigrantes indocumentados. Muitos pensaram em voltar ao Brasil quando o país começou a declinar, mas com a vitória de Obama decidiram arriscar e ficar por mais um período.
A maioria acredita que ele fará uma anistia em breve. Mas primeiro, deve arrumar a casa que está uma verdadeira bagunça, para depois pensar em legalizar os imigrantes ilegais. Caso contrário, o povo americano pode se voltar contra ele. Afinal, há quem diga que os imigrantes tiram os empregos dos americanos. Não concordo e não acredito que as vagas que eles ocupam como faxineira, garçon, motorista de táxi, baby sitter ou qualquer outro trabalho doméstico, seja almeijado pelo americano.
Vale ressaltar o alívio foi ver o ex-presidente George W. Bush subir no helicóptero e ir se refugiar no seu rancho no Texas. Um programa de Tv brasileiro fez o seguinte comentário: “Bush está indo agora com a família descansar na sua propriedade... e que ele descanse em paz, com o perdão do trocadilho”.
Mas enfim, espero que no fim tudo se ajeite e que a grande potência mundial volte com força total em breve. E não podia deixar de comentar o fato do novo presidente do Estados Unidos da América ser canhoto, como eu! Ele é realmente um homem de esquerda! Ha!

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The January 20, 2009 was for history. The inauguration of the man that the world has placed it’s hopes. About two million people were in front of the White House to witness this unique moment. And even with the cold below zero, Washington stopped for twenty minutes to hear the speech of the most powerful man in the world. Barack Obama, the son of immigrant and black won paradigms today and took a tremendous problem after eight years of the Bush period. At the beginning of the campaign did not know or pronounce his name. He came to be confused with the terrorist Osama bin Laden, and called for an American television network for Barack Osama. Today, it is synonymous with hope for the country that faces one of the worst economic crises of recent years. The 44th elected president of U.S., starts to run with five priorities: the economy, the end of the war in Iraq, universal public health, safety and recovery of the country's global leadership. Moreover, the expectation of undocumented immigrants. Many thought of returning to Brazil when the country began to decline, but with the victory of Obama and decided to risk staying for a further period. Most believe that he will soon amnesty. But first it must get the house that is a real mess, and then think about legalizing illegal immigrants. Otherwise, the American people can turn against him. After all, some say that immigrants take jobs from Americans. I do not agree and do not believe that the posts they occupy as a maid, waiter, taxi driver, baby sitter or any other domestic work, either by wanted American. It is worth emphasizing the relief was seeing the ex-president George W. Bush and go up in the helicopter taking refuge at his ranch in Texas. A Brazilian TV program, made the following comment: "Bush is doing now with the rest in his family owned ... and he rest in peace, with the forgiveness of the pun". But finally, I hope that everything is in order and that the major world power again in full force soon. And could not stop commenting on the fact that the new president of the United States write with left hand, like me! He is truly a democratic man!

Saturday, January 10, 2009

O que os Brasileiros esperam para 2009?


E meio a crise nos Estados Unidos, a The Brazilian Journal Magazine fez uma pesquisa entre imigrantes brasileiros para saber o que eles esperam para o próximo ano.
Centenas de pessoas voltaram para o Brasil depois que a economia da Big Apple declinou. Barack Obama, presidente eleito dos Estados Unidos manteve em seu discurso durante toda campanha o lema de mudar o país e é isso que os americanos e, por conseqüência os imigrantes, esperam que ele faça. O fato dos americanos estarem cansados das atitudes do atual governo, foi bastante vantajoso para a vitória de Barack. “Vamos mudar os Estados Unidos”, foi a frase mais explorada pelo democrata.
Os brasileiros que vivem aqui esperam por uma anistia. Existem muitos indocumentados no país desejando regulamentar a situação há anos. De acordo com Guilherme Cosac, de 24 anos, a vitória histórica do primeiro negro a comandar o país é sensacional, mas segundo ele o democrata precisa fazer por onde merecer a confiança dos que votaram nele. “Espero sinceramente que ele consiga fazer pelo menos a metade das coisas que prometeu. Desejo que essa crise passe logo porque a situação que estamos vivendo não é interessante para ninguém. Emprego não está nada fácil de arrumar por aqui”, diz o estudante de direito. E para o ano que se aproxima, Guilherme espera que Obama faça algo pelos imigrantes indocumentados. “Eu pensei em voltar para o Brasil este ano, mas desisti porque acho que o novo presidente pretende resolver a situação dos imigrantes. Espero que ele se preocupe com isso e faça uma anistia em breve. Nova York é uma cidade formidável e bastante peculiar. É fascinante viver aqui, mas será bem melhor se todos puderem sair e entrar do país quando quiserem”, conclui Guilherme.
Para a curitibana Fernanda Mendes, de 30 anos Obama transmite confiança e traz esperança de que algo melhor irá acontecer em breve. Ela mora em Nova York há apenas oito meses e conta que ela e o marido sempre quiseram morar em Nova York. “Nós sempre desejamos viver no exterior, vir aos Estados Unidos era a primeira opção, Inglaterra a segunda. Rapidamente nos identificamos com a cultura americana e viemos para cá. Acredito que 2009 vai ser um ano complicado por causa da transição de presidentes e começo de um novo governo. Mas mesmo assim sou e estou otimista. Acredito que tudo vai ser feito da melhor maneira possível para que hajam melhorias, tanto na economia quanto na situação dos imigrantes indocumentados”, diz ela.
A brasileira finaliza dizendo o que espera para o ano de 2009. “Desejo que 2009 e os anos seguintes sejam fanstásticos. Amo Nova York pela diversidade de povos, lugares, cores, sabores. É uma cidade muito interessante onde podemos encontrar todos costumes do mundo. Em uma esquina ou em um vagão de trem por exemplo, é possível ouvir quatro idiomas simultaneamente. Isso é fascinante. E se realmente pudesse mudar alguma coisa, seria transformar o mundo em um lugar de completa paz e harmonia.”, afirma Fernanda.


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And half the crisis in the United States, The Brazilian Journal Magazine did a survey among Brazilian immigrants to know what they expect for next year. Hundreds of people returned to Brazil after the Big Apple's economy declined. Barack Obama, elected president of the United States has maintained in his speech throughout the campaign slogan of changing the country and that is what the Americans and, consequently immigrants, expect him to do. The fact that Americans are tired of the attitudes of the current government, was quite good for the victory of Barack. "Let's change the United States," was the phrase used by most Democrats.
The Brazilians who live here waiting for an amnesty. There are many undocumented in the country wishing to regulate the situation for years. According to Guilherme Cosac of 24 years, the historic victory of the first black to command the country is sensational, but he says the Democrats need to do where to gain the trust of those who voted him. "I sincerely hope that he can make at least half of the things we promised. I want this crisis passes soon because the situation we are living is not interesting to anyone. Employment is not easy to get here, "says the student of law. And for the year is approaching, Guilherme hopes Obama do something for undocumented immigrants. "I thought to return to Brazil this year but gave up because I think the new president wants to resolve the situation of immigrants. I hope he will not worry about it and make an amnesty soon. New York City is a formidable and very peculiar. It is fascinating to live here, but will be much better if everyone can enter and leave the country when they want, "concludes Guillaume. For curitibana Fernanda Mendes, 30 years Obama conveys confidence and brings hope that something better will happen soon. She lives in New York just eight months and the fact that she and her husband always wanted to live in New York. "We always want to live abroad, come to the United States was the first option, the second England. Quickly identified in the American culture and have come here. I believe that 2009 will be a year because of the complicated transition from presidents and beginning of a new government. But still I am and I'm optimistic. I believe that everything will be done in the best possible way to have improvements in both the economy and in the situation of undocumented immigrants, "she says.
The Brazilian ends saying that the hopes for the year 2009. "I hope that 2009 and subsequent years are fanstásticos. I love New York for the diversity of peoples, places, colors, flavors. It is a very interesting where you can find all customs of the world. In a corner or in a wagon train for example, you can hear four languages simultaneously. This is fascinating. And if we could change something, would transform the world into a place of complete peace and harmony. ", Says Fernanda.

Wednesday, December 31, 2008

2008 passou voando!


Nem acredito que hoje é o último dia do ano.
Está nevando aqui em Nova York. Cenário perfeito para quem veio passar o reveillon aqui. Na verdade fiquei devendo um texto sobre o Natal... então vamos lá!
Dia 24 dezembro fui para a casa de brasileiros, com direito a peru e tudo. E no dia 25, comemorei na casa de americanos. Aqui eles dão mais importância ao dia 25. Mas não comi peru lá. A tradição de comer a ave só no thanksgiving. E a troca de presentes aconteceu normalmente nos dois dias.
Os pinheiros de Natal começaram a ser vendidos no início do mês de dezembro. Os preços variavam entre 20 e 150 dólares. Dificilmente encontramos uma árvore artificial por aqui. E muitos esperam para adquirir a árvore na véspera, apesar de ser mais cara. A parte triste da história é que as pessoas já começaram a desfazer do símbolo mais famoso da comemoração natalina. Hoje vi uns três pinheiros na calçada. Um deles estava até com as luzes pisca-pisca. É que como aqui os apartamentos são muito pequenos, não vale a pena guardar esse tipo de coisa. Até porque esse tipo de enfeite é muito barato.
Voltando ao dia 31 de dezembro de 2008... ontem fui comprar o meu vestido de reveillon. Entrei em umas cinco lojas diferentes. E fiquei surpresa porque não encontrei uma roupa branca. Nem uma!!! No Brasil, depois do Natal, tem branco em todos os lados. Conversando com uma amiga, ela disse que aqui as pessoas não se ligam para a cor da roupa que vão vestir. Apenas usam uns adereços coloridos, como chapéu por exemplo.
No Brasil é comum usar branco pedindo paz para o ano que se inicia. Azul mais saúde, vermelho é amor, dourado ou amarelo significa dinheiro. E ainda há quem diga que preto dá azar. Na terra natal, todos os anos eu começava a me preparar para a virada umas 10 horas da noite. 23:59 a contagem regressiva, a ceia e depois a farra até amanhacer o dia.
Aqui as pessoas se reunem as 19h, jantam, passam a virada em alguma festa e no máximo as 2h da madrugada todos já estão indo para casa. Talvez seja uma boa idéia porque evita que as pessoas bebam demais e saiam fazendo besteira por aí. Inclusive, hoje o metrô é de graça para incentivar as pessoas a deixar os carros em casa.
Desejo um 2009 sensacional para todos vocês e que a gente possa se divertir muito ainda por meio dos meus textos. “Vejo” vocês ano que vem! ;)
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2008 finished too fast. I can’t believe that today is the last day of the year. It's snowing here in New York. Perfect for all tourists who came here for to spend the holidays. Actually I should to write a story about Christmas ... so let’s go! Day 24 December went to the house of Brazilians, I ate some delicious turkey there. And on 25, celebrated at the American’s home. Here they give more importance to the 25th. But not eaten turkey there. The tradition of eating the bird in only on thanksgiving. And the exchange of gifts usually happened in two days. The pines of Christmas began to be sold in early December. The prices ranged between 20 and 150 dollars. Difficult to find an artificial tree here. And many expect to buy the tree the day before, despite being more expensive. The sad part of story is that people have started to undo the most famous symbol of the Christmas celebration. Today I saw about three pine trees on the sidewalk. One of them was even with the lights flashing. It is here that as the apartments are very small, it is not worth saving that kind of thing. Because this type of ornament is very cheap. Going back to December 31, 2008 ... yesterday I bought my dress of new year’s eve. I went into five different stores. And I was surprised because I have not found a white outfit. Not one! In Brazil, after Christmas, has white on all stores. Talking with a friend, she said that here people do not connect to the color of the clothes you will wear. Only use a few colorful props, such as hat. In Brazil it is common to use white requesting peace for the year that begins. Blue more health, love is red, gold or yellow means money. And still some say that black is bad luck. At home, all the years I began to prepare me the celebration at 10pm. 11:59pm the countdown, the supper and then the fun until start the day. Here people hang out at 7pm for a dinner, will turn into a party and no more than 2am are all going home. Perhaps a good idea because it prevents people drink too much and doing stupid out. Even today the subway is free to encourage people to leave cars at home. I wish you’ll have a great 2009 and that we can have fun even through much of my stories. "I see" you next year! ;)



Monday, December 22, 2008

Inverno e a coisa branca!



A neve me batizou hoje. Saí apressada para ir trabalhar e a minha bota deslizou. Foi um tombo lindo! Ainda bem que ninguém viu! Ha! Caí de bunda, para ser mais exata. E como não estava de luvas ainda, machuquei um pouco as mãos por causa do gelo. Mas nada grave, só um arranhãozinho de leve.
O cenário é lindo quando se está nevando, mas já estou cansada de ver essa coisa branca por todos os lados, dificultando a passagem das pessoas e derrubando outras por aí. Argh! É legal, é romântico, mas vamos combinar né não dá para colocar pregos embaixo dos sapatos!
Os carros estão cobertos. É fácil encontrar os donos com diferentes tipos de pás tirando o gelo de cima dos veículos. Enquanto outros tentam limpar as calçadas, muitas vezes jogando sal para derreter mais rápido.
As ruas ficam sujas. O lixo, a poeira se misturam com a neve e fica aquela coisa cinza no canto da rua. Sem falar na parte escorregadia que mais parece aquelas geladeiras velhas que precisam ser descongeladas... gelo duro e liso como se tivesse passado sabão em cima. Uma beleza!
Vários amigos meus reclamaram durante o fim de semana da bagunça que a neve faz na cidade. Me contaram das inúmeras tentativas para sair na rua e não conseguiram porque não dava para andar. Muitas vezes o capuz do casaco ajuda quando está nevando, mas cuidado: ficar olhando para baixo pode ser perigoso demais. Você pode levar um tombo igual ao meu! Ha!
Enquanto a neve não vai embora, o ideal é aproveitar para tirar fotos, fazer guerra de neve (como eu fiz com o meu irmão no inverno passado haha), patinar nas várias pistas de gelo espalhadas pela cidade, tomar muito chocolate quente e dormir abraçado com alguém. Essa é a parte boa para suportar mais fácil o frio.
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The snow baptized me today. I left hasty to go to work and my boots slid. It was a beautiful fall! Even though nobody saw! Ha! I fell to butt, to be more accurate. And it was not even with gloves, your hands hurt a little because of ice. But nothing serious, just a little thing. The scenery is beautiful when it is snowing, but I am already tired of seeing that white stuff everywhere, hindering the passage of people and devastating other around. Argh! It is nice, it is romantic, but we will not give right combine to put nails under the shoes! The cars are covered. It's easy to find the owners with different types of blades making the ice from above the vehicles. While others try to clear the sidewalks, often throwing salt to melt faster. The streets are dirty. The garbage, dust blending into the snow and gray is that thing in the corner of the street. Not to mention at the slippery which seems those old refrigerators that need to be defrosted ... ice hard and smooth as had happened soap on top. A beauty! Several friends called during the weekend of mess that makes the snow in the city. They told me about many times them tried to get out on the street and won’t because it was not able to walk. Often the hood of his jacket when help is snowing, but caution: be looking down can be dangerous too. You can take a fall down like me! Ha! While the snow is not going away, is the ideal opportunity to take pictures, make war of snow (as I did with my brother last winter haha), skating in the various tracks of ice scattered around town, take very hot chocolate and sleep warm together with someone. That is the good part easier to be the cold.

Monday, December 15, 2008

Brasileiros se viram para driblar a crise

A crise nos Estados Unidos está afetando países mundo inteiro. E para os imigrantes que vivem aqui a situação não é diferente. O goiano Willian Marinho, de 30 anos é dog walker em Nova york. Ele conta que já está começando a sentir os efeitos da crise econômica que preocupa os americanos há aproximadamente um ano. “Dois clientes foram demitidos e cancelaram o serviço. Esta perda significou 300 dólares a menos para mim no fim do mês”, diz. Apesar de ter sido atingido diretamente, ele soube como driblar o problema. “Alguns donos diminuiram os passeios e alguns até cancelaram o serviço. A sorte é que sou ágil e consegui logo uns bicos. Então no fim não senti muito o prejuízo. Mas claro que não é a mesma coisa. Não posso dizer que tenho a mesma segurança de quando tinha clientes fixos”, revela o brasileiro.


Escolher a profissão não foi muito difícil para o brasileiro. “Nunca fui dog walker no Brasil, mas quando cheguei aqui vi que seria um mercado interessante para explorar. Existem muitos cachorros na cidade e alguém precisa passear com eles não é mesmo? E além de amar animais, descobri que é um jeito fácil de ganhar dinheiro e até mesmo de fugir das crises que possam aparecer”, afirma Willian.

Com a ajuda de doze funcionários, Willian passeia com quase 100 cachorros por dia. “Além de ganhar uma grana fácil, ainda faço exercícios. A desvantagem antes era só o clima. Que no verão é muito quente e no inverno muito frio. Agora tem essa tal de crise assombrando as nossas vidas”, conta. Ele diz que o problema não é só com ele, mas com muitos brasileiros que vivem aqui. “Tenho uma amiga que chegou aqui em janeiro e ainda não conseguiu trabalhar na profissão que ela se formou. De vez enquando faz uns freelas de baby sitter ou de dog walker para poder pagar as contas do mês. Mas ainda não conseguiu nada fixo por aqui. Se com o novo presidente essa situação não melhorar, acho que ela vai voltar para o Brasil”, conclui.

O músico Thalys Peterson Quaresma, de 31 anos, mora em Nova York há apenas 8 meses. Ele diz que veio para os EUA para aprimorar o conhecimento musical, mas quando desembarcou aqui viu que não seria tão fácil quanto pensava. No início teve até que trabalhar em outras áreas para poder sustentar a família aqui. “Além de ter vindo para aperfeiçoar o inglês, o meu objetivo maior sempre foi trabalhar com a música. Mas quando cheguei aqui, em um país em crise, vi que a realidade era outra. Não dava para recusar trabalho, por isso trabalhei em construção e em um restaurante. Rapidamente a música falou mais alto e eu resolvi me dedicar só a ela, que é o que sei fazer melhor”, revela o músico.

Ele conta que aguarda o país sair da crise para poder mensurar com clareza se ele realmente foi atingido. “A única coisa que posso dizer agora e que mesmo com essa crise, consigo receber mais dinheiro do que recebia no Brasil com um emprego formal e a economia de certa forma estabilizada”afirma Thalys.
O músico toca sempre que possível com bandas brasileiras. Não importa se o ritmo é samba, bossa nova ou choro, o que vale conseguir algumas tips mostrando a beleza da música brasileira. E diante da incerteza do futuro dos Estados Unidos, Thalys diz que se vira como pode. “Não sei se a crise afetou diretamente a minha vida, mas como só conheço o país nessa situação, procuro tocar o máximo possível. Até no subway eu tento ganhar uma grana. Até aula particular de violão e outros instrumentos eu estou disposto a dar para melhorar a renda mensal”, diz.

Questionado sobre o fim do problema econômico do país, Thalys se mostra esperançoso com o novo presidente. “Tenho certeza que os EUA irão superar essa crise, não sei se a curto ou médio prazo. É a maior economia do mundo. Com certeza os americanos irão cobrar uma ação do novo presidente. Eu acredito que ele terá a superação da crise como diretriz principal de seu governo”, revela o músico.
Segundo Thalys, apesar da situação do país, ele está bastante otimista em relação ao futuro. “Pretendo gravar um CD com violão instrumental. Incluindo clássicos da másica brasileira. No subway, sempre procuro as estações com maior movimemento como a Times ou Union Square. As pessoas param para perguntar se eu tenho cd. Isso é gratificante! Acho que a gravação de um cd será uma excelente maneira de divulgar meu trabalho e complementar ainda mais minha renda”, finaliza.


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The crisis in the United States is affecting many countries of world. And for immigrants living here the situation isn’t different. The Brazilian William Marinho, 30 years old is dog walker in New York. He realized that already is beginning to feel the effects of the economic crisis that worries the Americans for approximately one year. "Two customers were fired and canceled the service. This loss meant to 300 dollars less for me at the end of the month", he says. Despite having been directly hit, he knew how to circumvent the problem. "Some owners dropped the walks and some even canceled the service. The luck is that I am agile and it just a few freelancer. So in the end did not feel quite the injury. Of course that is not the same thing. I can not say that I have the same security when customers had fixed ", shows the Brazilian.
Choose the profession was not very difficult for the Brazilian. "I never in Brazil was dog walker, but when I arrived here I saw that it would be an interesting market to explore. There are many dogs in the city and someone needs to walk with them does not it? And besides loving animals, I discovered that it is an easy way to earn money and even to flee crises that might appear, "says William.
With the help of twelve officials, Willian walks with almost 100 dogs per day.
"Inaddition to winning an easy money, still do exercises. The downside was just
before the weather. What is very hot in summer and too cold in winter. Now such a crisis that has haunted our lives", says. He says the problem is not only to him, but with many Brazilians who live here. "I have a friend who came here in January and also failed to work in the profession she graduated. From time while some forms of freelas baby sitter or dog walker to be able to pay the accounts for the month. But nothing has still not fixed here. If the new president this situation does not improve, I think she is going back to Brazil ", concludes.
The musician Thalys Peterson, 31 years old, lives in New York only 8 months. He says came to the U.S.A to enhance the musical knowledge, but when I landed here saw that it would not be as easy as I thought. At the beginning until it was working in other areas to support a family here. "Besides coming to improve their English, my biggest goal has always been working with the music. But when I arrived here in a country in crisis, which saw the reality was different. Did not refuse to work, so I worked in construction and in a restaurant. Quickly the music spoke louder and I just decided to dedicate to it, which is what I do best", reveals the musician.
He noted that awaits the country out of crisis to be able to measure with clarity whether he really was reached. "The only thing I can say now, and that even with this crisis, can receive more money than he received in Brazil with a formal employment and the economy stabilized in some way" says Thalys. The musician plays whenever possible with Brazilian bands. No matter if the rhythm is samba, bossa nova or chorinho, which is worth achieving some tips showing the beauty of Brazilian music. And in the face of the uncertainty of the future of the United States, Thalys says he turns around as you can. "I do not know if the crisis directly affected my life, but just as familiar with the situation in that country, try to play as much as possible. Even in a subway I try to earn more money. Until tuition for guitar and other instruments I am willing to make to improve the income, "he says.
Asked about economic problem here, Thalys is shown with the new president hopeful. "I'm sure that the U.S.A will overcome this crisis, I do not know if the short or medium term. It is the world's largest economy. Certainly the Americans will collect a share of the new president. I believe he will overcome the crisis as the main guideline to his government, "reveals the musician.
According Thalys, despite the country's situation, he is quite optimistic about the future. "I want to record a CD with guitar instrumental. Including classics of Brazilian Music. In the subway, always looking for the stations with more people like Times Square or Union Square. People stop to ask if I have cd. It is gratifying! I think it's recording a CD is an excellent way of releasing my job and supplement my income even more, "notes.

Monday, December 8, 2008

Buenos Aires!



Uma das vantagens de morar em Nova York é que é possível matar o desejo de estar em outro país rapidinho. Este fim de semana eu fui até a Argentina, ou melhor, até Buenos Aires. Era como se chamava o restaurante no Lower East Side, em Manhattan. Nem preciso dizer que a carne era de primeira né?
Para começar as famosas empanadas igualzinhas as que comi quando estive na terra do Maradona. Talvez até mais gostosas. E para acompanhar um vinho tinto argentino sensacional. Quem já passou por Buenos Aires sabe bem do que estou falando. A carne lá é deliciosa e barata.
Bem, voltando ao restaurante. Foi difícil decidir o que iria comer. O menu oferecia as melhores opções da culinária argentina. Depois de tanta indecisão, escolhi uma picanha óbvio! E de sobremesa uma panqueca de doce de leite que nunca comi igual.
Jantar super agradável, comida deliciosa... tudo isso ao som de muita música brasileira. Mas a sensação de estar em outro lugar foi embora ao sair do restaurante. O frio abaixo de zero me fez “retornar” a Nova York!


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One of the advantages of living in New York is that you can to go to another country quickly. This weekend I went to Argentina, or rather, to Buenos Aires. It was as called the restaurant at Lower East Side in Manhattan. Not to be said that the meat was great huh?
To begin the famous empanadas like those that ate when I was in the land of Maradona. Maybe even more hot. And to accompany a sensational Argentine red wine. Anyone who has passed through Buenos Aires is well aware of what I am talking about. The meat is delicious and cheap there.
Well, back to the restaurant. It was difficult to decide what they would eat. The menu offered the best options of Argentine cuisine. After much indecision, chose a course best part of steak! And for dessert a pancake of sweet milk that had never equal.
Dinner very nice, delicious food ... and I can hear Brazilian music. But the feeling of being somewhere else left to leave the restaurant. The temperature was below-zero cold made me "return" so fast to New York!

Tuesday, December 2, 2008

Vivendo e aprendendo em NY

Morando alguns meses em Nova York, você acaba aprendendo e gostando de alguns costumes dos americanos.
Começa a falar “me desculpe”por qualquer besteira. Até mesmo se estiver andando sem querer na mesma direção de uma outra pessoa que vem em sentido contrário ao seu. A mesma regra vale para “obrigado” e “com licença”;
Se acostuma a comer pizza com as mãos sem guardanapo, pratos ou talheres;
Falando em comida, aqui você pode se deliciar com a culinária de várias partes do mundo. Desde que cheguei já provei comida turca, grega, tai, indiana e por aí vai;
Aprende a juntar os cupons de desconto para a próxima compra (eles dão cupons para tudo. É o máximo! Alguns chegam a 70%);
Se acostuma a comer vegetais e legumes como petiscos, ao invés de pastéis ou amendoins. E no fim ainda conclui que combina muito bem com cerveja ou vinho;
Ter as 4 estações do ano bem definidas. É lindo ver o cenário mudar a cada 3 meses. Mas preciso confessar que no verão você reza para o inverno chegar e no inverno implora para o verão dar o ar da graça. Na verdade prefiro a primavera e o outono. Acho que nelas você pode juntar a parte boa do frio e do calor sem exageros;
Passa a não estranhar mais quando ninguém confere com quantas roupas você entrou no provador da loja ou quando você vai sozinho ao caixa pagar as suas compras do supermercado (isso mesmo, você mesmo passa o código de barras das mercadorias e paga no fim. Chance de deixar de pagar alguma coisa? Enormeeee, mas ninguém faz!);
Não se preocupa mais com a bolsa, celular ou a câmera ao andar na rua. É sensacional se sentir seguro e saber que ninguém vai te roubar;
E por falar nisso, essa é uma das melhores coisas de se morar em NY. Aqui qualquer um pode ter um carro legal, um laptop, Ipod ou qualquer outro eletrônico. É tudo muito acessível. Os preços são ótimos e é impossível não virar consumista na terra do tio Sam;
E é super bacana ver gente de todas as idades andando de patinete, de bike, skate ou escutando música no seu ipod transado. Mesmo que você já tenha cabelos brancos, isso realmente não será ridículo para outras pessoas.

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Living a few months in New York, you just learning and enjoying a few habits of Americans. Starts to speak "sorry" for any bullshit. Even if you're going without getting in the same direction of another person who comes in the opposite direction to yours. The same rule applies to "thank you" and "excuse me"; If you get used to eat pizza with your hands without napkin, plates and cutlery; Speaking about food, here you can enjoy the cuisine of various parts of the world. Since I came ever tasted food Turkish, Greek, Thai, Indian and so on; Learn to join the discount coupons for the next purchase (they give coupons for everything. This is great! Some come to 70%);
If you get used to eating plants and vegetables as snacks instead of pastels or peanuts. And in the end still concludes that combines very well with beer or wine;
Have the 4 seasons of the year well defined. You see the beautiful scenery change every 3 months. But must confess that in summer you pray for the coming winter and winter begs for the summer to becomes. Actually I prefer the spring and the autumn. I think you can add them to the good of cold and heat without exaggeration;
Becomes not surprised when nobody gives more with how many clothes you entered the store fitting room or when you go alone to cash pay their purchases in the supermarket (even this, you pass the bar code of the goods and paid at the end. Chance of fail to pay anything? Bigger, but nobody does!);
Do not worry more with the bag, cell phone or camera to walk on the street. It is sensational feel safe and to know that you will never steal;
And by the way, this is one of the best things to live in New York. Here anyone can have a nice car, a laptop, iPod or other electronics. It's all very accessible. The prices are great and it is impossible not turn the consumer on earth Uncle Sam;
And it is super nice see people of all ages riding a scooter, from biking, skateboarding or listening to music on your very nice ipod. Even if you have gray hair, it really is not ridiculous to others.

Friday, November 28, 2008

Happy Turkey Day!!!


Eu nunca vi tanto feriado como aqui. Eles tem feriado para tudo. Só em homenagem aos que morreram em guerras, acho que já conheci uns quatro desde que cheguei há menos de um ano.
Na última quarta-feira, dia 25, milhares de pessoas foram ao Central Park para ver os balões da parada do Thanksgiving serem inflados. Apesar da multidão, era possível andar tranquilamente pelo local. A prova disso era o número de pais que levaram os filhos pequenos para ver os personagens em tamanho família. Ao lado do sensacional Museu de História Natural, estava o mais popular amigo verde das crianças, o Shrek.
No dia seguinte, quase de madrugada, o frio não me deixou sair da cama para ver o desfile as 6 da manhã. Além de começar muito cedo, a baixa temperatura atrapalha. Segundo os que viram, foi uma farra. Os balões percorrem as ruas de Manhattan do Central Park até a frente de uma das lojas de departamentos mais famosa do mundo, a Macy’s. No fim da parada, o Papai Noel abre oficialmente a temporada de Natal na cidade de Nova York.
Ainda sobre a comemoração do thanksgiving, o feriado é um mais tradicionais dos Estados Unidos, traduzido para o português como Dia de Ação de Graças. A celebração é por causa dos primeiros imigrantes que chegaram no país. A data simboliza o fim da colheita, onde as pessoas se reuniam para dividir a enorme ceia com direito a peru e tudo. Outras delícias como batata doce frita, bolinho de caranguejo e torta de nozes são oferecidas durante o jantar. É uma verdadeira fartura. O dia se assemelha muito com o Natal. Família reunida, comida boa e muita risada.
E hoje, sexta-feira é a Black Friday. A liquidação mais esperada do ano. Neste dia é possível comprar TV’s com 70 por cento de desconto, laptops mais baratos e vários outros eletrônicos. Muitos dormem na fila para garantir a compra. Umas 7h30 da manhã pude ver caixas e mais caixas das megas TV’s sendo levadas para casa. A cidade inteira entra em promoção. É uma loucura.
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Here, have too many holidays. U.S have holiday for all. Only in tribute to those who died in wars, I think I already knew about four since I came less than a year. On last Wednesday, 25th day, thousands of people went to Central Park to see the balloons are inflated of Thanksgiving parade. Despite the crowd, you could walk quietly through the site. Many parents brought young children to see the characters on family size. Next to the great Museum of Natural History, was the most popular green friend of children, the Shrek. The next day, almost at dawn, the cold did not let me out of bed to see the parade at 6 in the morning. In addition to begin very early, at low temperature. According to those who saw it was a party. The balloons travel the streets of Manhattan's Central Park to the front of one of the most famous department stores in the world, the Macy's. At the end of the parade, the Santa Claus officially opens the season of Christmas in New York City. Still on the celebration of Thanksgiving, the holiday is a more traditional in the United States. The conclusion is because the first immigrants who arrived in the country. The date symbolizes the end of the harvest, where people get together to divide the huge meal with turkey and all the law. Other delights as sweet potato fries, crab cake and pecan pie are offered during the dinner. It is a true abundance. The day was very similar to Christmas. Family together, good food and lots of laughter. And today is Black Friday. The settlement more expected this year. On this day you can buy TV's with 70% off, cheaper laptops and many other electronics. Many sleep in the queue to ensure the purchase. About 7:30 a.m. in the morning could see boxes and boxes of more bigs TV's being taken away. The whole city comes to promotion. That's crazy.

Thursday, November 20, 2008

Ah, o Outono!!!



Esse é o meu primeiro outono em Nova York. Estou adorando! No último fim de semana fui conferir a beleza da estação no Central Park.
As folhas douradas, vermelhas, laranjas e amarelas me fizeram até suspirar. Me senti num daqueles filmes românticos de Hollywood. Só faltou o galã!
Para completar o cenário, andei de carruagem para agradar à minha hóspede brasileira. Um verdadeiro programa turístico. Foi meio estranho para mim, mas foi como se estivesse voltado no tempo. Acho que a aventura vale à pena para quem pretende passar uns dias aqui. Mas talvez seja melhor no verão, porque como dizem os turistas, a fumacinha já começou a sair da boca.
O inverno já está dando sinais. Algumas árvores já estão secas e a temperatura baixando cada dia mais. Já ouvi comentários que vem neve por aí nos próximos dias. Brrrrrr!

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This is my first autumn in New York. I love it! At last the weekend I was given the beauty of the season at Central Park.
The leaves gold and red, orange and yellow made me sigh. I felt one of those romantic movies from Hollywood. Just missing the leading man! To complete the scene, went to carriage ride with my Brazilian guest. A real new york gem. It was weird for me, but it was as if we were back in time. I think the adventure is worth it for those who want to spend a few days here. But perhaps best in summer, because the tourists as they spoke, the warm breath already started to leave there mouths.
The winter is already giving signs. Some trees are already dry and the temperature falling more each day. I have heard comments that there is snow in the coming days. Brrrrrr!

Sunday, November 9, 2008

Americanos loucos pelo o Brasil


Alex tem 27 anos, nasceu em Washington, mas foi criado em Los Angeles. Ele inovou o mundo do funk ocupando o lugar de único americano a cantar o ritmo em português. O apelido Don Blanquito foi dado por um amigo dominicano, durante uma brincadeira, mas que acabou se encaixando na carreira artística do americano. Hoje ele vive no Rio de Janeiro e um ano agita as noites cariocas com a sua música.
Sobre os brasileiros que imigram para os Estados Unidos, o americano diz que o importante é fazer o que o coração manda. “Eu gosto daqui por causa do calor humano. É engraçado que todo mundo quer ir embora do Brasil e ir pro país onde eu nasci. E eu, larguei minha vida de luxo e vim pra cá. Aqui ganhar grana não é fácil, mas o importante é ser feliz”, conta Don Blanquito.
Por causa do seu amor pelo o Rio de Janeiro, o primeiro cd de funk gravado por ele recebeu o nome de “Amerioca”, que mostra a sua identidade americana e seu coração carioca. “O Rio é doido e eu também sou. Então o funk veio naturalmente para mim. Apesar do povo ficar meio chocado em ver um gringo no palco cantando funk em português, acho que o meu sotaque faz um som maneiro”, diz.
De acordo com ele, ser imigrante no Brasil é sensacional. “Eu estou muito ligado à cultura daqui e, já penso como carioca pensa. Me sinto muito confortável aqui. Eu pretendo viver no Rio para sempre. Gosto da bagunça, das praias, das mulheres. O Rio é a mistura do céu com o inferno. Porque além das coisas boas, tem a violência e a corrupção, que são coisas que temos que conviver. Eu amo Brasil e não penso em morar em outro lugar agora. Já conheci tantos lugares na minha vida, mas sempre moro de saudades do Rio de Janeiro. Então eu sei que é aqui onde eu devo ficar”, finaliza Alex.
Diferente de Don Blanquito, a americana Barbara Parrino, de 27 anos, não conhece o Brasil ainda, mas diz que pretende ir o mais rápido possível. “Tenho até vergonha de dizer que ainda não fui ao Brasil, mas fico feliz em saber que o sonho está perto de se realizar. Logo, logo estarei aproveitando o que o país tem de melhor”, afirma ela.
A americana diz que começou a se interessar pelo Brasil depois de ouvir as histórias contadas por sua avó. Segundo ela metade da família italiana do seu pai veio para os Estados Unidos e a outra metade para o Brasil. Depois de ouvir tantos detalhes sobre a origem e de receber a visita de um primo distante vindo do Brasil, Barbara decidiu estudar a língua portuguesa por conta própria. “Eu consegui um material muito bom com as minhas pesquisas. Fiz várias investigações explorando a história do Brasil, cultura, gastronomia e música”, conta ela. Esse longo estudo fez com que a americana se apaixonasse pelo país verde e amarelo. “Eu gosto não só da famosa caipirinha, samba ou carnaval. Gosto das nuances que o idioma português oferece, da biodiversidade da nação e das atitudes do povo brasileiro”, revela Barbara.
O fato de ter conhecido muito brasileiros, fez a americana querer transmitir o calor do Brasil para Nova York. “Quando cheguei aqui criei a minha página do My Space porque achei que seria a forma mais fácil de levar para os novaiorquinos as coisas boas que o país oferece como o forró, a feijoada e o funk, por exemplo”, diz.
Hoje Barbara diz que a paixão é tão grande que ela não consegue ficar sentada ao ouvir uma música de forró. “É um entusiasmo tão grande que sinto ao ouvir a música brasileira que não resisto e começo a dançar. E se tiver caipirinha no cardápio, eu fico desesperada e peço rapidinho”, se diverte a americana. Ela não descarta a possibilidade de ir morar um dia no país que ela sonha em conhecer. “Vamos ver se Deus me leva! Todo mundo sabe que eu não pensaria duas vezes em me mudar para o Brasil. Tenho certeza que lá seria um lar maravilhoso”, finaliza Barbara.


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Alex has 27 years, was born in Washington, but was grow up in Los Angeles. He innovated the world of funk occupying the place of single American to sing the ritm in Portuguese. The nickname was given by Don Blanquito a Dominican friend, during a joke, but it ended up coming together in the American artistic career. Today he lives in Rio de Janeiro and one year Cariocas shaken all night with his music. About the Brazilians who migrate to the United States, the american guy says the important thing is do what your heart out. "I like it here because of human warmth. It's funny that everyone wants to go to out of Brazil and go to country where I was born. And I dropped my life of luxury and came here. Here it is not easy to make money, but the important thing is to be happy, "says Don Blanquito. Because of his love for the Rio de Janeiro, the first CD recorded by the funk he received the name of "Amerioca" that shows its identity and its American heart Rio. "Rio is crazy and I also am. Then the funk came naturally to me. Despite the way people get shocked to see a gringo on the stage singing in Portuguese funk, I think my accent is a sound cool, "he says. According to him, be immigrant in Brazil is sensational. "I am very connected to the culture here, and now I think as Rio. I feel very comfortable here. I want to live in Rio forever. I like the mess, the beaches, women. Rio is a mixture of heaven to hell. Because besides the good things, you have the violence and corruption, which are things we have to live. I love Brazil and I don't believe I can live in elsewhere now. We have already met so many places in my life, but always live to miss the Rio de Janeiro. So I know that this is where I stay, "notes Alex. Don Blanquito different from the American girl Barbara Parrini, 27, Brazil still doesn't know, but says he wants to go as soon as possible. "I am ashamed to say that until not even went to Brazil, but I'm glad to know that the dream is close to achieving. Very soon be enjoying what the country needs to better, "she says. Barbara says it has started to be interested in Brazil after listening to the stories told by his grandmother. According to her half of the family of his Italian father came to the United States and the other half for Brazil. After hearing so many details about the origin and receiving a visit from a distant cousin coming from Brazil, Barbara decided to study English on their own. "I got a very good material with my research. I did more research exploring the history of Brazil, culture, gastronomy and music, "says she. This long study led the U.S. fell in love with that country green and yellow. "I like not only the famous caipirinhas, samba and carnival. I like the nuances that the Portuguese language offers, biodiversity of the nation and the attitudes of the Brazilian people, "reveals Barbara. The fact that you know very Brazilian, did the U.S. want to convey the heat of Brazil to New York. "When I arrived here, I created my page on Brazilian My Space because I thought it would be the easiest way to get to the novaiorquinos the good things that the country offers as the forró, the feijoada and funk, for example," she says. Today Barbara says the passion is so great that she can not sit listening to a song of forró. "It's an enthusiasm that I feel so great to hear Brazilian music that I can not resist and start to dance. And if you caipirinhas in the menu, I am desperate and I ask quickly, "the U.S. has fun. She does not rule out the possibility of going live a day in the country that she dreams of knowing. "Let's see if God leads me! Everybody knows I do not think twice in my move to Brazil. I'm sure that there would be a wonderful home, "notes Barbara.

Wednesday, November 5, 2008

The new President of USA is... Barack Obama

OBAMAAAAAA!!!! Foi com esse grito que acordei de madrugada. E por causa da minha constante curiosidade jornalística, não consegui mais dormir.
Liguei o laptop e fui conferir o que eu já imaginava. Barack Obama é o novo Mr. President dos Estados Unidos da América.
Nesta manhã do dia 05 de novembro de 2008, todos os jornais aqui em Nova York estamparam na capa a foto do democrata que já está mudando a história do país por ser o primeiro presidente negro dos EUA.
A insatisfação dos eleitores com o governo Bush é tão grande, que Obama venceu em oito estados que elegeram em 2004 o ainda atual presidente. Em vários países do mundo pessoas fizeram festa em comemoração à vitória dizendo “Goodbye Bush”!
Muitos americanos deixaram de votar por causa do tamanho da fila. Dizem que nunca se viu tanta gente votando por aqui. É a vontade do povo em mudar o país.
A simpatia e serenidade do homem que vai comandar a maior potência do mundo transmite esperança aos americanos e estrangeiros que vivem nos Estados Unidos. Os indocumentados respiraram aliviados e esperam por um anistia em breve.
Em seu primeiro discurso como presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama emocionou o mundo:
"Olá, Chicago!
Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta. É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença. É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados. Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de estados vermelhos e estados azuis. Somos, e sempre seremos, os EUA da América. É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor. Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA. Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain. O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado. Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses. Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden. E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama. Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca. Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável. A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América. A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho. À melhor equipe de campanha formada na história da política. Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir. Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês. Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston. Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa. Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono. Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um Governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra. Esta é a vitória de vocês. Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim. Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século. Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós. Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos. Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas. O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos. Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos. Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas. Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada. O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono. Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício. Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro. Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre. Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo. Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional. Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso. Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto. E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente. E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana. A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos. E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança. Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã. Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta. Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos. Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele. Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos. Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos. Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos. Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos. Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos. O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação. E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar. Podemos. EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer. Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos? Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez. Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos. Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América".

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OBAMAAAAAA!! It was with this scream that woke up the middle of the night. Because of my press curiosity, I couln't sleep more. I turn on my laptop and I give what I already thought. Barack Obama is the new Mr. President of the United States of America. On this morning of November 05, 2008, all newspapers here in New York stamp on the cover photo of the Democrat who is already changing the country's history by being the first black U.S. president. The dissatisfaction of voters with the Bush administration is so great that Obama won in the seven states that voted in 2004 yet the current president. In several countries of the world people have made party to celebrate the victory saying "Goodbye Bush!" Many Americans don't voted because the size of the lines. They say they never saw so many people voting here. It is the will of the people to change the country. The sympathy and serenity of the man who will command the greatest power forwards of the world hope to Americans and foreigners living in the United States. The undocumented breathe relieved and waiting for an amnesty soon. In her first speech as president elect of the United States, Barack Obama moved the world:

Tuesday, November 4, 2008

Ainda 04 de novembro

As celebridades se uniram de jeito diferente para lembrar a importância do voto hoje nos Estados Unidos.
Confiram!

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The celebrities together for different way to remember the importance of voting today in the United States.

Just check!

http://www.youtube.com/watch?v=d8y1e-z1JA0

Monday, November 3, 2008

04 de novembro nos EUA

Era para ser uma simples segunda-feira em Nova York, mas não quando se trata das vésperas do dia em que os Estados Unidos irão decidir quem será o próximo a ocupar a cadeira na Casa Branca.
Pesquisas indicam Barack Obama como favorito. E isso se confirma ao andar pelas ruas. Muita gente faz questão de declarar o voto usando bottons e adesivos do democrata, ou até colocando bandeiras nas janelas das casas. No seu último dia de campanha, ele pediu que os partidários não percam a esperança. "Estamos a um dia de mudar os Estados Unidos", disse Obama. Já o nome do republicano John Mccain, não é fácil encontrar sua propaganda exposta por aí.
Hillary Cliton pediu aos eleitores que façam história votando em Obama. Ela enviou por e-mail um vídeo gravado por ela e pelo marido pedindo para a população não esquecer de votar amanhã, dia 04 de novembro.
Amigos americanos comentaram que votarão no Obama, apesar de não estarem muito confiantes. É como se fosse a opção menos ruim.
Alguns imigrantes brasileiros estão otimistas com a possível vitória de Obama e acreditam que um dos primeiros atos do novo presidente será um projeto de legalização dos indocumentados aqui.
Algumas tv’s fazem plantão nos locais de votação para saber dos eleitores que já votaram quem foi o escolhido. Assim, tentam descobrir o vencedor antes do resultado oficial.
A foto acima é da empresa de publicidade Grey New York. Ela lançou uma campanha lembrando da questão racial, um dos temas que foi debatido durante as eleições para presidente nos Estados Unidos. A imagem transforma o democrata Barack Obama em branco e John McCain em negro.
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It was to be a simple Monday in New York, but not when it comes to the eve of the day when the United States will decide who will be the next to occupy the chair in the White House. Polls indicate Barack Obama as a favorite. And that is confirmed to walk the streets. Many people would declare the vote using the bottons and adhesives Democrat, or putting up flags in the windows of the houses. In its last day of campaigning, he asked that the party did not lose hope. "We are a day to change the United States," said Obama. Already the name of Republican John McCain is not easy to find your propaganda out there. Hillary Cliton asked the voters to make history by voting Obama. She sent by e-mail a video recorded by her husband and by asking people not to forget to vote tomorrow, day 04 November. Friends commented that Americans will vote in Obama, despite not being very confident. It is like the least bad option. Some immigrants Brazilians are optimistic with the possible victory of Obama and believe that one of the first acts of the new president will be a project for the legalization of undocumented here. Some TV's make us plantão designated polling locations to learn from voters who already voted who was chosen. So, try to find the winner before the official result. The photo above is of the firm of Gray Advertising New York. She launched a campaign reminiscent of the racial issue, a subject that was discussed during the elections for president in the United States. The image turns blank Democrat Barack Obama and John McCain in black.

Sunday, November 2, 2008

Brasileiro vence Maratona de NY

Hoje, aqui em Nova york, o brasileiro Marilson Gomes, venceu a Maratona de Nova York, competição de rua mais tradicional do atletismo mundial. Ele fez o percusso em menos de duas horas e dez minutos.
Parabéns Marilson. Você é um grande exemplo para sentirmos orgulho do nosso país verde e amarelo.


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Today, here in New york, the Brazilian Marilson Gomes, won the Marathon in New York, competition from more traditional street of the athletics world. He did the percussion in less than two hours and ten minutes. Congratulations Marilson. You are a great example to feel proud of our country green and yellow.

Halloween

Participar de uma das festas mais tradicionais dos Estados Unidos foi mais divertido do que eu esperava.
O Halloween, surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão, os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados e abóboras enfeitadas. Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durantea Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. E aqueles que comemoravam a data eram perseguidos e condenados à fogueira pela inquisição.
O caminho até a parada do Halloween, na sexta avenida aqui em Nova york foi bastante engraçado! Pais, filhos e até cachorros sentados nas portas dos prédios e casa distribuindo doces. As crianças saem em comitiva fazendo a famosa pergunta: Trick or treat? (traquinagem ou doce?).
Para quem nunca viu, o desfile é bem interessante. A polícia fecha as ruas e coloca grades nas calçadas. Assim o povo desfila com organização e à vontade. O único problema é o frio. Os que esqueceram disso tiveram que incluir um casaco à fantasia.
Também têm umas tiazinhas que montam os seus arcenais na porta de casa, se fantasiam e, além de deixarem os doces disponíveis para que quiser levar, tiram fotos com todo mundo.
Ao contrário do que muita gente pensa, a festa não exige apenas fantasias macabras. Com o passar dos anos, as pessoas foram deixando de lado o visual macabro e agora se vestem dos mais variados temas. Bruxas, vampiros, animais, personagens de histórias infantis ou de filmes como Indiana Jones, frutas, celebridades e as mais diversas profissões. Havia tanto monstros bizarros pelas ruas, quanto personagens doces e amáveis. As mais originais eram de amy Winehouse, Iphone e Sarah Palin.
Tem muita gente que vai ficar com saudades. Ouvi muita gente dizendo que a festa deveria durar uma semana de tão legal que ela é. Mas olhe que se você pesquisar dá para se divertir fantasiado mais do que 7 dias.
No começo de outubro as pessoas já começam a enfeitar as ruas, lojas, bares e restaurantes com o tema. E festa de halloween é o que não falta na cidade. Me diverti tanto que já estou pensando na fantasia do ano que vem.

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Participate in one of the more traditional festivals in the United States was more fun than I expected. The Halloween, Celtic emerged between the people who believed that in the last days of summer, the spirits out of cemeteries to take possession of the bodies of the living. To scare these ghosts, the Celts placed in homes, frightening objects such as skulls, bones and decorated pumpkins adorned. Being a pagan festival was condemned in Europe during the Middle Ages, when they came to be called Halloween. Those who celebrated the date they were bonfire prosecuted and convicted by the Inquisition. The road to the Halloween parade in the sixth avenue here in New York was pretty funny! Parents, children and even dogs seated at the door of the home building and distributing sweets. Children entourage leaving on doing the famous question: Trick or treat?. For those who never saw the parade is quite interesting. The police closed the streets and put bars on sidewalks. The only problem is the cold. Who forgot that, had to include a coat of costume. They also have some goody who set up their own Arcen on the door of the house, where costume and, in addition to leaving the sweets available so you want to take, take pictures with everybody. Contrary to what most people think, the party not only macabre costumes. Over the years, people were leaving aside the look and macabre dress is now the most diverse topics. Witches, vampires, animals, characters from children's stories or films like Indiana Jones, fruit, celebrities and the most diverse professions. There was so bizarre monsters on the streets, how sweet and kind characters. The most original were Amy Winehouse, iphone and Sarah Palin. I heard many people saying that the party would be one week. But look who gives you search for fun whimsy more than 7 days. At the beginning of October people begin to decorate the streets, shops, bars and restaurants with the theme. And festival of Halloween is not what we lack in the city. I had so much fun that I am already thinking about my costume of next year.

Tuesday, October 28, 2008

Parabéns à Estátua da Liberdade

Um dos maiores símbolos dos Estados Unidos, A Estátua da Liberdade, está fazendo aniversário hoje. 122 anos!
Vir à Nova York e não ir à Estátua é o mesmo que ir à Bahia e não comer acarajé!
Na ilha onde ela se encontra não tem muito o que fazer a não ser tirar algumas fotos do monumento. E cuidado para não trombar com uma gaivota. É o que mais tem por lá.
Para quem não conhece a história da estátua, ela foi dada ao povo americano pelo povo francês em reconhecimento à amizade estabelecida durante a Revolução Americana. Com o passar do tempo, além desta amizade passou a simbolizar também liberdade e democracia.
A inauguração aconteceu em 28 de outubro de 1886, com o discurso do então presidente Grover Cleveland "(…) Não esqueceremos que a Liberdade fez daqui sua morada; nem que seu altar não será neglicenciado.(...)"
Há 25 janelas na coroa, simbolizando as pedras preciosas encontradas na terra e os raios celestes brilhando sobre o mundo. Os sete raios da coroa simbolizam os sete mares e continentes. A placa que carrega na mão esquerda tem escrito 4 de julho de 1776 em algarismos romanos. O peso total de cobre da estátua é de 31 toneladas e o peso total de ferro, 125 toneladas. O peso total da fundação de concreto é 27 mil toneladas.Ventos de 50 milhas por hora (aprox. 80 km) provocam na estátua uma oscilação de aproximadamente 7.5 cm e na tocha, aproximadamente 12.70 cm.
Vale à pena visitá-la!
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One of the greatest symbols of the United States, The Statue of Liberty, doing birthday today. 122 years! Come to New York and not go to the Statue is the same to go to Bahia and Acarajé not eat! On the island where she is not has much to do except take some pictures of the monument. Be careful not to snout with a seagull. It is what else is there. For those not familiar with the history of the statue, she was given the American people by the people of France in recognition of the friendship established during the American Revolution. Over time, beyond this friendship came to symbolize freedom and democracy too. The inauguration took place on October 28, 1886, with a speech by then President Grover Cleveland "(...) Do not forget that Liberty has made its home here, or that your altar will not be neglected .(...)" There are 25 windows in the crown, symbolizing the precious stones found on earth and the celestial rays shining over the world. The seven rays of the crown symbolize the seven seas and continents. The card that carries on her left hand has written on July 4 of 1776 in Roman numerals. The total weight of the copper statue is 31 tons and the total weight of iron, 125 tonnes. The total weight of the concrete foundation is 27 thousand toneladas t. Winds of 50 miles per hour lead statue in a swing of about 7.5 cm and the torch, about 12.70 cm. It is worth visiting it!

Saturday, October 25, 2008

10 minutos no metrô

Passar um tempo dentro de um dos vagões do metrô de Nova York pode ser divertido, dependendo do ponto vista.
Você olha para um lado, tem uma senhora oriental segurando na barra com as pontas dos dedos para não esbarrar no mendigo. Do outro, uma senhora com uma cara de quem tá pensando no que vai fazer para o jantar. A adolescente com piercing no nariz conta para amiga de meias coloridas como foi o fim de semana. Um homem bem atrasado ler o jornal diário, apesar do dia estar quase no fim.
Na minha frente uma mulher com cara de modelo segurando a sua saudável garrafinha de água mineral. Ela estava tão imóvel que mais parecia uma estátua. Devia ser a fome que ela estava sentindo para manter a forma.
Ainda existem as figuras toscas como a dona onça! Uma mulher de meia idade vestida de oncinha dos pés à cabeça. Era a meia calça, os punhos e a gola do casaco. E como se não bastasse, a bolsa também era de oncinha. Do jeito que ela parece gostar da estampa, fico pensando como deveria ser a calcinha dela!
Ao lado uma quarentona com um sapato verde imitando couro de cobra, um chapéu laranja e uma bolsa roxa. O melhor era o cabelo. Acho que ela deu a tesoura para a filha brincar de cabelereira.
Sentado à minha direita, um mexicano cochilando. Devia ser cansaço. Porque aprender inglês que é bom, nada. Mas trabalhar, esse povo trabalha que é uma beleza!
E para fechar com chave de ouro, entra uma mulher meio grogue. Ou era bebida ou ela ingeriu algum tipo de droga. Ela não falava nada com nada. E ainda achou que podia arrecadar uns trocados quando tirou o tambor da sacola e começou a tocar uma música sem ritmo e sem sentido.
Vocês devem estar se perguntando se eu não tinha nada melhor para fazer do que falar da vida alheia né? Mas isso é o resultado de uma viagem longa, com mais de 10 estações pela frente.


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10 minutes on the subway

Spend some time inside the train of the subway in New York can be fun, depending who to see. You look beside, has an oriental lady holding the bar with the tips of fingers trying not touch the homeless. On the other, a woman with a face like as was thinking that she will to cook for dinner. A teenager with piercing on the nose talking with some friend of colored socks about was the weekend. A man and delayed read the newspaper, although the day is almost over. In my front woman look like as model holding a healthy bottle of mineral water. She was so still it seemed more like a statue. Should be the hunger she was feeling to keep in shape. While there are rough figures as the ounce woman! A middle-aged woman dressed from head to toes ounce. It was the pantyhose, the wrists and collar of his jacket. Not only the stock market also was ounce. The way she looks like the picture, I think it should be her panties! The other woman next to a shoe with a green imitation leather snake, orange hat and a purple purse. The best was the hair. I think she took the scissors to play hairdresser's daughter. Sitting to my right, a Mexican sleeping. It should be tired. Learn English they don’t want, but to work, that people that work a lot! And for finish this story, a woman came to train was drink or ingested some type of drug. She did not speak anything right. And even thought it could raise some cutter when the drum took the bag and began to play the music without rhythm and without direction. You must be wondering if I had nothing better to do than talk about life huh others? But this is the result of a long journey, with more than 10 stations in the front.